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LCD Gráfico do NOKIA 3310 Direto Pela Serial

Eu encontrei este circuito muito simples e interessante. É realmente fácil controlar o LCD gráfico do Nokia 3310 usando um cabo simples e algum software no PC.A porta paralela do computador se conecta ao LCD através do seguinte circuito:


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o display gráfico precisa de uma tensão na fonte de 3.3V, enquanto a porta paralela fornece aproximadamente 4.5 - 5V. É por isso que os diodos em série são usados, para reduzir a tensão pela fórmula: 4.5V - 0.7V - 0.7V = 3.1V.
Qualquer dúvida clique aqui e va para parte de diodos para revisar...


A pinagem do LCD Nokia 3310 é a seguinte:


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A display gráfico utiliza o controlador PCD8544. A especificação deste pode ser baixada aqui: PCD8544.pdf  
 
Como você observou, os pinos de dados da porta paralela são usados para a transferência de dados e alimentação do LCD.



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Quando o hardware estiver pronto, é hora de imprimir algumas imagens no LCD. Para isto baixe programa de controle (o fonte em pascal também está incluído).  O software é escrito para controlar diretamente os pinos no DOS ou Windows 98.
Se você está usando Windows 2000 ou XP você precisa ler isso.

Eu copiei uma das soluções aqui: baixe o programa PortTalk, descompacte e separe em alguma pasta. Então copie allowio.exe para o diretório onde está o programa que você quer rodar. Então crie um atalho para o seu programa compilado, por exemplo, LCD.exe. Então abra as propriedades do atalho e na linha alvo faça as seguintes alterações:

Ao invés de

D:/project/LCD.exe
troque para

D:/project/allowio.exe D:/project/LCD.exe /a
Lembre-se que você precisa ter privilégios de administrador no computador. É um truque feio mais funciona.


Tudo funcionando, execute o programa e desenhe com o botão esquerdo. O botão direito apaga:

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Boa sorte !


Posteriormente (mais precisamente quando chegar meu LCD Nokia e meu Arduino) vou mostrar mais tutoriais com LCD Nokia 3310 e LCD Sheilds também...

Liberando Porta Paralela ou Serial



As versões XP, NT e 2000 dos sistemas operacionais da Microsoft implementam uma política de segurança que impede o usuário de trabalhar diretamente com a porta paralela. Neste breve texto, mostraremos como liberar o acesso para que nossos projetos eletrônicos funcionem devidamente.

Seria interessante se você pretende seguir alguns dos tutoriais aqui dispostos ...


A solução para esta situação dar-se através de peças de software. Bibliotecas diferentes devem ser utilizadas na hora de implementar as rotinas para que não haja problemas de segurança.
No entanto, vários softwares já estão prontos e não possuem versões desenhadas especificamente para suprir estas necessidades. É aí que entra um outro programa, o UserPort, desenvolvido por Tomas Franzon. A documentação completa do UserPort, em PDF e inglês, pode ser vista aqui.
Para facilitar, aqui estão os passos rápidos para que os seus programas voltem a funcionar:



  • Pegue o arquivo UserPort.zip clicando aqui.

  • Descompacte o arquivo em um diretório (pasta) escolhido por você.

  • Copie o arquivo UserPort.sys para o diretório c:/windows/system32/drivers (ou c:/winnt/system32/drivers para o Windows NT).

  • Execute o programa UserPort.exe.

  • Mude os endereços para 0x378-0x37A, clicando em "ADD". 

  • Remova os outros endereços com o botão "Remove". 

  •  Clique em "Start". 



  • Com estes passos, o seu sistema operacional estará "desbloqueado" para acesso direto a porta paralela. O procedimento só é necessário uma única vez. Caso deseje voltar a condição anterior, basta iniciar novamente o programa e clicar em "STOP".

  • 7.1) Instrumentos Básicos

    Introdução
    O objetivo deste texto é explicar, resumidamente, o funcionamentos dos principais instrumentos de medição que necessitamos no primeiro ano de um curso técnico de eletrônica ou até mesmo nas aulas de laboratório de um curso de engenharia elétrica. Este texto também é útil a amantes da eletrônica que estão iniciando montagens de pequenos projetos.
    Inicialmente, irei explicar o que é cada instrumento de medição, para que serve e como deve ser utilizado, aproveitarei também para dar dicas em relação aos principais erros cometidos e o que não fazer para manter seus equipamentos e circuitos em perfeito estado de conservação.
    No fim, há uma pequena discussão sobre qual a real necessidade de cada um ao adquirir um destes instrumentos de medição.
    Analógicos x Digitais
    Normalmente, quando falamos de instrumentos de medição, sempre há a menção: "é analógico ou digital"? Normalmente, estamos nos referindo a forma com que a medição - e consequente indicação - é feita.
    Os modelos analógicos tem como vantagem uma boa fidelidade de medição, mesmo sob presença de harmônicas e outras interferências no circuito que se deseja medir. Já os digitais possuem a vantagem de uma melhor visualização, principalmente os que utilizam LCD (liquid cristal display) com back light (luz de fundo).
    Figura 1. Amperimetro Analógico Figura 2. Voltímetro Digital


    Recomendações Gerais
    Antes de fazer suas medições, estude bem tanto o circuito quanto o instrumento que você irá utilizar. Muitas vezes, utilizamos o instrumento certo, porém configurado/parametrizado de forma incorreta e acabamos por danificar tanto o instrumento de medição quanto o circuito a ser medido.
    Lembre-se também que uma corrente de cerca de 100mA passando pelo seu corpo é o suficiente para o comprometimento da sua vida. Na dúvida, não faça a medição.
    Amperímetros
    Para que servem?
    Um amperímetro, como o próprio nome sugere, serve para medirmos ampéres, isto é, corrente. Existem amperímetros para medição em corrente contínua (C.C., DC) e para corrente alternada (C.A., AC).
    Como devo utilizá-lo?
    Um amperímetro sempre deve ser conectado em série ao sistema, como é ilustrado abaixo.
    Figura 3. Esquema de ligação de um amperímetro
    A resistência interna do amperímetro é extremamente pequena, o que significa que ele não interfere na resistência equivalente do circuito, indicando uma corrente próxima a aquela que realmente existe no circuito. Quando estamos trabalhando em um circuito de corrente alternada, não devemos nos preocupar com a polaridade do amperimetro, isto é, tanto faz qual cabo conectaremos em cada parte do circuito. No entanto, ao trabalharmos em corrente contínua, devemos nos ater ao sentido da corrente. A corrente sempre deve entrar no amperímetro pelo seu polo positivo (+, normalmente indicado pela cor vermelha) e sair pelo seu pólo negativo (-, normalmente indicado pela cor preta).
    Dicas
    A maioria dos amperímetros possui fusíveis de proteção interna, para o caso da corrente que for passar pelo amperímetro ser maior do que a sua capacidade. Eventualmente, ao utilizarmos o amperimetro de forma incorreta, esses dispositivos de proteção atuarão e terão de ser substituídos. Por isso, mantenha um bom estoque deles em sua bancada ;)
    Certos amperímetros (principalmente os inclusos em multímetros), não possuem proteção para certas escalas, normalmente estas são identificadas como unfused (sem fusível, na tradução). Nestes casos, é uma idéia se conectar um fusível em série com uma corrente nominal compatível com a escala que estamos utilizando.
    Como foi dito no item "Como devo utilizá-lo?", é necessário conectar sempre o amperímetro em série ao circuito. Em certas situações, veremos que isto não é possível, como no circuito de nossa casa. Suponhamos que queremos medir a corrente de uma das fases que alimentam o circuito interno de uma residência. Infelizmente, não é possível "abrirmos" o circuito sem que haja o desligamento do mesmo. Neste tipo de situação, utilizamos o alicate amperímetro, que é um sensor de corrente que é colocado em volta do cabo que se deseja medir, e, através de um sensor com base no efeito hall, é feita a medição da corrente da linha, tanto contínua quanto alternada.
    Figura 4. Alicate Amperímetro


    Principais Erros
    O principal erro ao se utilizar um amperímetro é efetuar a medição em paralelo, não em série. O resultado disto é um curto-circuito, evidenciado pela carbonização de alguns pontos e a possível queima da proteção do equipamento ou mesmo de seu fusível. Vamos entender melhor o que acontece ao conectarmos o amperímetro em paralelo a um circuito F+N, com 127Vc.a. nominais.
    A resistência interna do amperímetro, como dito anteriormente, é extremamente baixa. Como exemplo, utilizaremos o equipamento "DG 48 Alternado - Entrada 5Ac.a.", de fabricação da KRON Instrumentos Elétricos, tal equipamento é um indicador de painel para corrente alternada de até 5Ac.a.. Conforme o catálogo técnico do fabricante, a resistência interna deste amperímetro de painel é de 0,02 ohms. Pela lei de ohm, teremos uma tensão de 127Vc.a. com uma resistência de apenas 0,02 ohms, o que nos daria absurdos 6350Ac.a. passando pelo amperímetro. Obviamente dispositivos de segurança irão atuar, seja m eles fusíveis, dispositivos internos do instrumento ou até mesmo o disjuntor do quadro da instalação em questão.
    Na melhor das hipóteses, teremos apenas de substituir o fusível do equipamento. Na pior, podemos danificar não só o equipamento, mas também o circuito que estamos medindo.
    Voltímetros
    Para que servem?
    Voltímetros, como o próprio também sugere, medem VOLTS, isto é, diferença de potencial, ou tensão, como preferir. Um voltímetro também pode ser para corrente alternada ou corrente contínua.
    Como devo utiizá-lo?
    Um voltímetro, ao contrário do amperímetro, possui alta resistência interna, para que pouca corrente circule por ele e não ocorra alteração na resistência equivalente do circuito a ser medido. A sua conexão a um circuito é ilustrada abaixo, onde estamos medindo a queda de tensão existente em cima da lâmpada de 120 ohms.
    Figura 5. Esquema de ligação de um voltímetro
    Dicas
    Assim como o amperímetro, não existe polaridade para o voltímetro quando estamos trabalhando em corrente alternada. No entanto, ao trabalharmos com corrente contínua, passamos a ter de respeitar a polaridade.
    Principais erros
    Ao contrário do amperímetro, onde efetuar a conexão de forma incorreta, pode ocasionar danos ao circuito e ao instrumento, conectar um voltímetro em série não acarreta nenhum tipo de dano ao instrumento ou ao circuito que está se medindo. Explica-se: conectar uma resistência altíssima em série faz com que a corrente de todo o circuito diminua, ocasionando, muito provavelmente uma interrupção de seu funcionamento. No entanto, não existe possibilidade de queima.
    Multímetro
    Um multímetro, como o nome indica, engloba a medição de diversas grandezas em um só aparelho.
    Figura 6. Multímetro
    O que um multímetro pode ter?
    A tabela abaixo indica os principais tipos de medida que um multímetro engloba:
    Grandeza Unidade Comentário
    Tensão Vc.a., Vc.c. Indispensável. A maioria dos multímetros trabalha com tensões de até 1000V. Para circuitos de baixa tensão, é mais do que o suficiente.
    Corrente Ac.a.,, Ac.c. Indispensável.. Dê preferência aos que tem fusível com fácil acesso.
    Ohmímetro Ohms Indispensável. Mede resistência e, em muitos casos, continuidade de dois pontos. Lembre-se que esta escala só deve ser utilizada com o circuito desenergizado. Dê preferência aos que possuem teste de continuidade e para diodo com "bip" (aviso sonoro).
    Ganho de Transistor (hFE) Útil para verificação de transistores. Embora não seja preciso, é util para se determinar se o transistor está ou não funcionando.
    Capacímetro F Útil para medição de capacitores. Lembre-se de desenergizar os capacitores antes de utilizá-lo.
    Indutímetro H Útil para medição de indutores. Lembre-se de desenergizar os indutores antes de utilizá-lo.
    Frequencímetro Hz Útil para medição da frequencia do sinal alternado. Pode-se obter esta frequencia tanto através da corrente como da tensão.
    Wattímetro W Útil para medição da potência ativa (W) e reativa (Var). Normalmente se utiliza essas opções em testes de motores de corrente alternada, onde se deseja medir o rendimento do mesmo. É necessário tanto sinais de tensão quanto de corrente.
    Varímetro Var
    Cosfímetro   Mede o fator de potência, isto é, a defasagem entre a tensão e a corrente.É necessário tanto sinais de tensão quanto de corrente. Sua aplicação é semelhante a dos wattímetros e varímetros.


    Como escolher?
    Existem diversos tipos de multímetros no mercado, de R$ 20,00 a até, acredite, R$ 20.000,00. Antes de escolher o seu, vale a pena ponderar: você pretende fazer um uso profissional do mesmo ou é apenas um praticamente da eletrônica amadora? Caso sua opção seja a primeira, vale a pena investir em um modelo completo, com medição true rms (para formas de ondas distorcidas), saída serial para micro (para facilitar levantamentos de dados), etc.
    Caso sua opção seja apenas o amadorismo, um modelo com escalas de tensão, corrente e resistência é mais do que o suficiente.
    Fatores que são relevantes na compra são: classe de isolação do instrumento, certificação do fabricante, garantia do produto, resolução (como os dados são indicados) e incerteza (variação na leitura do instrumento).
    Onde comprar?
    Se você é de São Paulo, um bom local para adquirir multímetros é a Santa Efigênia, famoso local do centro de São Paulo que reune as melhores lojas de componentes e equipamentos eletrônicos. O acesso mais fácil a Santa Efigência é pelos Metrô Luz ou São Bento, da linha azul.
    No entanto, se você morar em outras cidades, é possível encontrar multímetros em casas de elétrica ou através do site MercadoLivre.
    Dicas
    • Medição: Escolha a escala adequada antes de conectar o multímetro ao circuito. Se, por exemplo, você vai medir uma bateria de 9V e tem disponíveis as escalas de 200mVcc, 2Vcc, 20Vcc e 200Vcc, utilize a de 20Vcc para ter uma melhor precisão de sua medição.
    • Pontas de prova: O ideal sao as de invólucro de borracha (altamente isoladas) e com ponta fina, para evitar curto-circuitos. As pontas de prova devem fazer um ângulo de 90º com o que se deseja medir.
      Dê preferência a pontas de prova onde se possa encaixar garras jacaré, úteis quando se deseja, por exemplo, fazer medição de diversos pontos ao terra do circuito.

    6.3) Capacitores

    Capacitores

    Dispositivo ou componente eletrônico, cuja função é armazenar cargas em forma de energia elétrica.
    Consiste de dois condutores, chamados de armadura, os quais são colocados lado-a-lado e isolados por um material isolante chamado de dielétrico.
    Este componente também é conhecido como condensador e é representado pelo símbolo abaixo.



    Seus valores são expressos em Farad ( F ).

    O Farad é uma unidade muito grande, por esse motivo os capacitores são representados pelos seus submúltiplos.



    Alguns capacitores apresentam uma codificação ou números, um pouco estranha para os técnicos experientes, e muito difícil de compreender, para o técnico novato.

    Observe o desenho abaixo.



    O valor do capacitor, "B", é de 3300 pF (Picofarad = x10-12 F) ou 3,3 nF ( Nanofarad = x10-9 F ) ou 0,033 µF ( Microfarad = x 10-6 F ). No capacitor "A" , devemos acrescentar mais 4 zeros após ao 1ª e 2ª algarismo. O valor do capacitor, que se lê 104, é de 100000 pF ou 100 nF ou 0,1µ F.

    Capacitores usando letras em seus valores.

    O desenho a baixo, mostra capacitores que tem os seus valores, impressos em nanofarad (nF) = 10-9F. Quando aparece no capacitor uma letra "n" minúscula, como um dos tipos apresentados a baixo por exemplo: 3n3, significa que este capacitor é de 3,3nF. No exemplo, o "n" minúsculo é colocado ao meio dos números, apenas para economizar uma vírgula e evitar erro de interpretação de seu valor.


    Multiplicando-se 3,3 por x10-9 = ( 0,000.000.001 ), teremos 0,000.000.003.3 F. Para se transformar este valor em microfarad, devemos dividir por 10-6 = ( 0,000.001 ), que será igual a 0,0033µF Para voltarmos ao valor em nF , devemos pegar 0,000.000.003.3F e dividir por 10-9 = ( 0,000.000.001 ), o resultado é 3,3nF ou 3n3F.
    Para transformar em picofarad, pegamos 0,000.000.003.3F e dividimos por x10-12, resultando 3300pF. Alguns fabricantes fazem capacitores com formatos e valores impressos como os apresentados abaixo. O nosso exemplo, de 3300pF, é o primeiro da fila.



    Note nos capacitores seguintes, envolvidos com um círculo azul, o aparecimento de uma letra maiúscula ao lado dos números. Esta letra refere-se a tolerância do capacitor, ou seja, o quanto que o capacitor pode variar de seu valor em uma temperatura padrão de 25° C. A letra "J" significa que este capacitor pode variar até 5% de seu valor, a letra "K" = 10% ou "M" = 20%. Segue na tabela abaixo, os códigos de tolerâncias de capacitância.



    Agora, um pouco sobre coeficiente de temperatura "TC", que define a variação da capacitância dentro de uma determinada faixa de temperatura. O "TC" é normalmente expresso em % ou ppm/°C ( partes por milhão / °C ). É usado uma seqüência de letras ou letras e números para representar os coeficientes. Observe o desenho abaixo.



    Os capacitores a cima são de coeficiente de temperatura linear e definido, com alta estabilidade de capacitância e perdas mínimas, sendo recomendados para aplicação em circuitos ressonantes, filtros, compensação de temperatura e acoplamento e filtragem em circuitos de RF.

    Na tabela abaixo, estão mais alguns coeficientes de temperatura e as tolerâncias que são muito utilizadas por diversos fabricantes de capacitores.



    Outra forma de representar coeficientes de temperatura é mostrado abaixo. É usada em capacitores que se caracterizam pela alta capacitância por unidade de volume (dimensões reduzidas) devido a alta constante dielétrica sendo recomendados para aplicação em desacoplamentos, acoplamentos e supressão de interferências em baixas tensões.



    Os coeficientes são também representados com seqüências de letras e números como por exemplo : X7R, Y5F e Z5U. Para um capacitor Z5U, a faixa de operação é de +10°C que significa "Temperatura Mínima" e +85°C que significa "Temperatura Máxima" e uma variação de "Máxima de capacitância" , dentro desses limites de temperatura, que não ultrapassa -56%, +22%. Veja as três tabelas abaixo para compreender este exemplo e entender outros coeficientes.



    Capacitores de Cerâmica Multicamada


    Capacitores de Poliester Metalizado usando código de cores.
    A tabela a baixo, mostra como interpretar o código de cores dos capacitores abaixo. No capacitor "A" , as 3 primeiras cores são, laranja, laranja e laranja, correspondem a 33000, equivalendo a 3,3 nF. A cor branca, logo adiante, é referente a 10% de tolerância. E o vermelho, representa a tensão, que é de 250 volts.






    Carga e Descarga:


    E muito mais aplicações, desse conteúdo acima deve entender que capacitor armazêna energia em um tempo de carga Calculado em:


    T = 5RC


    Sendo T: em Segundos
    R: Resistencia em Ohms
    C: Capacitância em FARAD's  (ou uF se R for em MOhms)

    Capacitores em Circuitos:


    O capacitor é regulado, calculado ao contrário da maioria dos outros componentes ...

    Série: Ele Divide sua capacitância com mesma fórmula dos resistores.

      1   =  1 + 1 + 1 +1
    Ceq    C1  C2  C3  CR


    Paralelo: Simplesmente se Soma a Capacitância.


    Uso de Capacitores:
    Retificação : Para diminuir e/ou estabilizar a perda de tensão na retificação.

    Motores: Ajuda na partida com carga de motores dando primeiro PULSO para embalo.


    Timers: Com sua "Habilidade" de carregar e Descarregar em periodos de tempo ele se torna de extrema importância em circutos timers.(temporizadores)



    Depois de carregado ele dispara essa carga no circuito,
    Fonte:http://www.equipetecnica.com.br/capacitor/capacitores.htm

    6.1) Servo Seguindo a LUZ





    Esta é uma forma simples de você fazer um servo motor seguir a luz, usando alguns simples componentes!
    O vídeo original é feito com um ArduinoMEGA, o qual tem mais I/O (entradas e saídas). Todavia pode ser construído com qualquer base “Arduinana”.

    Componentes:
    1 x Servo motor (Parabólica serve também)
    2 x Fotoresistores
    2 x Resistor 470ohms
    LightTracker

    Faça as ligações como descrito no esquema do FRITIZING acima.

    Lembre-se que a gambiarra aqui é colocar de alguma forma uma pequena protoboard em cima do servo! Ou fica a vontade para usar a imaginação! (veja vídeo topo pagina)
    SKETCH:
    #include <Servo.h>
    Servo myservo;
    int pos = 0;  // Variavel para guardar posicao servo.
    int inputPhotoLeft = 1; // Facil de ler, instante 1 ou 0.
    int inputPhotoRight = 0;

    int Left = 0; // Guarda valor fotoresistor.
    int Right = 0; // Guarda valor fotoresistor.

    void setup()
    {
    myservo.attach(9); // Conecta servo ao pino digital 9.
    }

    void loop()
    {
    // Le os valores dos fotoresistores e guarda nas variaveis 
    Left = analogRead(inputPhotoLeft);
    Right = analogRead(inputPhotoRight);

    // Checa se a esquerda é maior que direita, se sim move p/ direita.
    if (Left > (Right +20))
    // +20 é uma zona morta, sem isso causa interferencia.
    {
    if (pos < 179)
    pos++;
    myservo.write(pos);
    }

    // Checa se a esquerda é menor que a direita, se sim move esquerda.
    if (Right > (Left +20))
    // +20 é uma zona morta, sem isso causa interferencia.
    {
    if (pos > 1)
    pos -= 1;
    myservo.write(pos);
    }

    // Adicionando delay ou não o servo corre mais devagar
    delay(10);
    }
    Qualquer dúvida por favor comente, seu feedback é muito importante!
    Créditos, http://stigern.net/blog/?cat=35