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Reguladores de Tensão e Fonte Simétrica

 
 
O LM78XX é um regulador de tensão linear fornecido por vários fabricantes como a Fairchild ou ST Microelectronics.Ele pode vir em vários encapsulamentos. Para corrente de saída até 1A existem dois encapsulamentos: TO-220 (vertical) e D-PAK (horizontal).Os reguladores de tensão negativa trabalham da mesma forma. Eles são rotulados como LM79xx.
Geralmente a Pinagem do 78XX:
1 - Entrada de Tensão
2 - GND
3 - Saída Regulada

e a Pinagem do 79XX :
1 - GND
2 - Entrada de Tensão
3 - Saída Regulada

Com um dissipador de calor apropriado, os LM78xx podem fornecer até mais que 1A de corrente. Ele também possui proteção contra sobre-temperatura e curto-circuito.

Componente
Saída (V)
Faixa Entrada (V)
LM7805
5
7–25
LM7806
6
8–25
LM7808
8
10.5–25
LM7809
9
11.5–25
LM7810
10
12.5–25
LM7812
12
14.5–30
LM7815
15
17.5–30
LM7818
18
21–33
LM7824
24
27–38



 
Capacitores de desacoplamento (entre 10uF e 47uF) são necessários na entrada e saída, conectados ao gnd.
 
Exemplo típico de uso acima...
E abaixo uma fonte simétrica regulada de +9V e -9V:


 

 

Osciloscópio de LED's

Este circuito permite a visualização das formas de ondas de sinais de baixa freqüência (até algumas dezenas de quilohertz) com uma definição que depende da qualidade de LEDs usados, no caso, 100 unidades.
O LM3914 funciona como um indicador de ponto móvel, onde o ponto desloca-se para cima e para baixo de acordo com a variação da intensidade do sinal aplicado à entrada.
Os ajustes são feitos em P¹ e P2 que estabelecem os limites desta execução em função da amplitude dos sinais que devem ser observados. Já os transistores T¹ e T² cada qual conduz em um ciclo de sinal, desta forma, o T¹, (PNP) quando conduz, derruba a tensão de 2,5 V ao um nível corresponde à amplitude do sinal, Enquanto T² (NPN) aumenta desta tensão acima dos 2,5 V presentes na entrada do LM3914 apresentando desta forma, as formas de onda do sinal já que o ponto zero é no centro, conforme ajustada a tensão em P¹.
A varredura junto com oscilação para cima e para baixo, faz com que o sinal de entrada seja “desenhado” na matriz de LEDs, isso através de um seqüencial com o circuito integrado 4017.
A freqüência de varredura é ajustada num potenciômetro de 47 Kº ligado a um astável com o conhecido circuito integrado 555. Veja que este oscilador não é gatilhado, de modo que o ajuste do ponto de varredura que permita uma melhor observação de um sinal. Um melhoramento para este projeto seria incorporar um oscilador gatilhado para está finalidade, caso em que uma imagem astável seria facilmente obtida.
Alimentação do circuito é feita com uma tensão de 5 V e os LEDs são todos comuns, vermelhos ou outra cor. Para melhor definição da imagem, eles devem ser montados o mais próximo possível.


Clique para Ampliar





Pedal trêmulo para guitarra

Aqui um circuito interresante para os geeks que tocam guitarra ou um outro instrumento eletrônico no qual um modulador passa ser modulado.
O sinal do oscilador modula o amplificador controlando i ganho do mesmo. S1 comanda o efeito. A rede RC entre o 2N4402 e o oscilador do deslocamento da fase filtra os impulsos gerados pelos oscilador evitando assim que eles apareçam na saída.
S2 é uma chave do jaque de entrada que alimenta o circuito. O Diodo D1 protege o circuito contra inversões acidentais de polaridade da bateria. S1 é uma chave dupla que comanda o efeito e aciona o LED, bem como indica o estado da bateria.
O LED acende quando o efeito é ativado. S1 é um interruptor instalado num pedal. O potenciômetro P1 controla a velocidade do efeito, enquanto que o potenciômetro P2 controla a profundidade.

VU Meter | 10 LED's | Muito Simples

Você Vai precisar de:
10 Leds
10 Transistores BC548
01 Transitor BD 135
10 Resistores de 1k
01 Resistor de 47Ohms
01 Resistor (Depende a Tabela Abaixo)
01 Resistor de 10k
11 Resistores 470Ohms
11 Diodos 1N4148
01 Capacitor 22uF
01 Fonte 12v DC
01 Transformador 110/6V de Baixa Corrente...


Estou trabalhando em uma placa de circuito impresso com um esquema muito mais elaborado e preciso, esqueminha profissional mesmo, quando terminar posto aqui no blog o tutorial passo a passo.

Idéias para Alarme Caseito Com Laser!




Neste caso, diferente de como vimos no Tutorial anterior de Como Fazer um Alarme Laser Caseiro  percebe-se que ele usa uma câmera simples e barata para fazer o circuito, apartir do tutorial antigo também é possivél fazer isso, este foi apenas um complemento, uma idéia...

Sobre o Circuito:
O laser deve incidir direto sobre a fotocélula. Você pode, inclusive, colocar o emissor e o receptor um ao lado do outro, aproveitando a mesma alimentação. O laser deve ser refletido nos espelhos, retornando para a fotocélula.

Outras Idéias...

Game Genius com Arduino!

Jogo GENIUS, que é piscar os LEDs em uma sequência, repetidas vezes, para que o jogador possa acompanhá-la apertando os botões referentes as luzes que piscam completando a sequência até um total de 31 combinações. Até o momento, nenhum bug encontrado e estou implementando a interação do jogador com o jogo, que é a leitura dos botões quando pressionados e
compará-los a sequência criada.

Abaixo algumas fotos e um pequeno vídeo:

Suíte de programação Arduino



E o pequeno vídeo que preparei com a demonstração dos LEDs:



O projeto foi concluído com sucesso! Abaixo seguem algumas fotos e o vídeo final. O código fonte será disponibilizado, assim como o arquivo do programa Fritzing com o esquema eletrônico do PCB.



Circuito final #1

Circuito final #2
E uma demonstração do jogo em funcionamento:

E aqui os links:

Alarme com Laser [Caseiro]



Este é um projeto para fazer um "poderoso" alarme  caseiro baseado em laser!



Vamos precisar de:

 - 2 Caixas Pequenas;
 - 1 Capacitor de 1000uF 35v ;
 - 1 Resistor (Potêncimetro/TrimPot) de 5K; 
 - LDR's;
 - 1 Bateria de 9V;
 - 1 TransistorN3904 ;
 - Pedaços de Espelho como na imagem acima.
 - 1 Piezo Siren - 102dB - 12v DC
 - Módulos Laser
Circuito:




Aparência da Placa:


Depois de tudo montado na caixa, pegue os epelho em ângulo de forma que no final por ultimo o laser fique no LDR, quando cortar am qualquer lugar o laser, a sirene dispara por alguns segundos, futuramente implementarei com uma porta comparadora este projeto para que só quando você aperte algum botão pare de tocar e enquanto não apertado continue tocando.

Até o próximo tutorial!

Boa Sorte e qualquer Dúvida Comentem!

Abraços: B03iR4.ExE

Circuito Eletrônico : Pedal Trêmulo

A máquina mais inútil de todos os tempos?



Talvez a máquina mais inútil de todo mundo, todos os tempos, agora você se pergunta "Por Quê?" e  eu respondo :




Agora a Briga:





Gostou? Veja Todo o Projeto

[Video Aula] Portas Lógicas: AND

Esta video Aula é toda sobre Porta AND, Circuito Equivalente Elétrico e Transistorizado....




[Video Aula] Portas Lógicas (Eletrônica Digital 0023)

Explicação dos CI's, Portas Lógicas,Algebra Booleana, História,PORTA NOT, Inversora ...
Porta NOT – função, expressão lógica, tabela-verdade.



[Video Aula] Códigos Especiais - BCD (Eletrônica Digital 0020)

Achei na internet, surfando pela rede, algumas video aulas de eletrônica digital, tem um pouco de tudo, códigos, BCD, Porta Lógica.. então vou ir postando aqui, você poderaá acompanhar pela Tag Video Aula ou pela Eletrônica ...





Rádio FM Mais Simples do Mundo...

Talvez este seja um dos mais simples e menores receptores FM que pode sintonizar as estações FM disponíveis localmente. O seu design simples torna-o ideal para um receptor de FM de bolso. Ela pode ser alimentada com uma pequena bateria de 4,5 volts ou duas células de 3,6 volts Lithium botão.

Super Laser com Com Gravdor de DVD!

Construa um super laser, com seu gravador de dvd quebrado, capaz de estourar até balões.
Mais atenção, o laser se direcionado á sua vista, pode danificar significativamente sua retina, ou seja tome muito cuidado, quando manusear seu lazer e nada de olhar diretamente para ele ou apontá-lo para a vista de outras pessoas.

Bem, é simples, você basicamente vai precisar de um gravador de DVD de velocidade 16X, uma pequena lanterna e/ou o circuito abaixo.



Esquema de um driver laser

Com esse circuito você evita queimar seu diodo laser.

Aparência de um diodo laser de Gravador de DVD





Achando em Um Gravador de DVD:


Estrutura de um diodo laser


Pinagem:

1 - Catodo do LD (Positivo)
2 - Comum (Anodo do LD / Catodo do PD) (Negativo)
3 - Anodo do PD (Não Usado)

Aparência do Circuito Pronto:



Bom por enquanto é isso, se tiverem alguma dúvida comentem...


Placas de Circuito Impresso com Fototécnicas!

Produzir placas de circuito impresso por processo fotográfico é um sonho da maioria dos hobistas de eletrônica. O processo fotográfico sempre foi cercado de mitos e as poucas empresas ou pessoas que dominam alguma técnica exploram vendendo kits a preços elevados.
Este trabalho é resultado do aprimoramento e da adaptação de algumas técnicas já conhecidas, e da experiência em laboratório fotográfico e computação gráfica, e permitirá em poucos minutos, o preparo da placa e a confecção do fotolito para produzir placas com trilhas de até 0.20 mm, o suficiente para passar duas trilhas entre as ilhas dos terminais de um CI, e com qualidade que irá surpreender qualquer amador.

Exemplo das trilhas feitas por este processo com uma escala em mm:

Obs: Trilhas muito finas requerem o domínio desta técnica, comece com layouts mais básicos para não desanimar.


Diretrizes que guiaram o meu trabalho:
  • Não depender de produtos de apenas uma empresa fabrica e/ou que são caros e difíceis de encontrar.
  • Poder gerar o fotolito pelo computador e com impressoras jato de tinta de razoável qualidade e não depender unicamente de fotocópias laser.
  • Não depender unicamente do Sol para expor as placas e poder contar com uma fonte de luz alternativa eficiente e de baixo custo.
  • Poder executar todo o processo sem ter que sair de casa.
  • Ser de baixo custo.
  • Contrariando a tendência de muitos no Brasil, divulgarei totalmente a técnica após o sucesso dos testes.
Materiais e equipamentos necessários:

  • Computador e impressora com boa qualidade.
  • Um software de confecção de placas de Circuito Impresso (recomendado).
  • Transparência para jato de tinta.
  • Placas virgens de CI.
  • Emulsão foto-sensível para Silk-Screen e respectivo sensibilizante ( 1 litro custa de R$15,00 a R$23,00 com o sensibilizante e tem validade para 2 anos). Pode ser encontrada em qualquer loja de produtos de serigrafia. Cola branca a base de PVA, lavável (tipo Tenaz lavável) também funciona bem e pode ser comprada em quantidade menor.
  • Pincel de pelo de lontra de 12 mm (pode ser encontrado facilmente em casas de tintas).
  • Rolo de espuma pequeno, 40 mm
  • Esponja Scotchbrite ou esponja de aço
  • Secador de cabelo
  • Duas placas de vidro um pouco maior que o tamanho da placa a ser feita
  • Fita crepe
  • Cola Super Bonder ou similar
  • Lâmpada halógena de 500 w ou 1000w com refletor. É possível usar o Sol caso não tenha a lâmpada.
O processo passo a passo:
Produzindo um bom fotolito:
Eu recomendo o uso de um software de elaboração de circuito impresso, pois produz a imagem da placa em modo vetorial, que independe de resolução e podem gerar traços muito finos com qualidade e sem os serrilhados causados pelos pixels dos arquivos de imagens convencionais ou “mapa de bits”, além de poupar o trabalho de capturar converter e tratar layout de outras fontes.
Em muitos casos compensa transcrever o layout de uma revista ou internet para o software de circuito impresso, pois permitirá uma qualidade maior e facilidade para editar. Existem vários softwares de circuito impresso que têm versões grátis ou limitadas, mas que permitem gerar e imprimir a imagem do layout . Tente baixar com algum software P2P o PCBWizard versão 2.6 que é uma versão beta porém funcional ou a versão 2.7 . O ‘Ares Lite’ também é um bom programa e permite gerar o layout.

Impressão e montagem do fotolito:
Deve se ter o cuidado de imprimir o fotolito invertido (fundo preto e trilhas brancas) e espelhado (visto pelo lado dos componentes). Os softwares de CI já têm este recurso para impressão, mas se o layout vier de outra fonte preste atenção na orientação correta e faça a inversão com o software de imagem que costuma usar.
Imagens do layout após a impressão em transparência:
Uma deficiência que percebi na impressão das transparências por jato de tinta é que o preto não ficava opaco o suficiente para uma foto-impressão adequada, e este era o principal ponto fraco do processo.
Apelando para um processo semelhante ao que é usado em algumas técnicas fotográficas, para aumento de contraste, consegui corrigir esta deficiência. A solução consistiu em sobreporem duas ou três imagens até conseguir a opacidade necessária.
Diferentes tipos de transparências e impressoras darão resultados diversos e é bom testar várias combinações e escolher a que proporcionar o preto mais carregado e opaco. Usar resolução fotográfica também não deu bom resultado na minha impressora, deixando a camada de tinta mais fina e transparente. O melhor resultado foi obtido com as transparências da HP que têm a camada de gelatina levemente fosca, o que deixou a tinta mais opaca de que as transparências lisas e usando resolução para papel comum e no modo “ótimo”.
Seque bem a impressão com o secador de cabelo tomando cuidado para não esquentar muito e empenar a transparência. Corte as imagens deixando 0,5 cm de margem, manipule as transparências pela borda para não manchá-las. Sobreponha duas imagens sobre um fundo claro e iluminado e ajuste até que as imagens estejam coincidentes, cuidadosamente coloque uma pequena gota de cola Super Bonder entre as bordas de um dos lados das transparências e faça uma pequena pressão com os dedos. Ajuste a imagem do outro lado e vá colando dois ou três pontos de cada lado, cuidando para que tudo fique bem plano, faça o mesmo com a terceira imagem.Após o empilhamento estará pronto o fotolito de alto contraste.
Montagem do fotolito com três imagens:
Testando o fotolito:
O meu teste de opacidade do fotolito é feito olhando, através da parte preta do fotolito, para uma lâmpada de 60w (daquelas brancas), distante uns 5 cm, até que não seja possível ver o contorno da lâmpada através do preto, ou que fique bem atenuado.
Teste de opacidade:
Com uma imagem vê-se perfeitamente a lâmpada Com três imagens obteve-se uma opacidade adequada

Como eu havia proposto, o processo não deveria depender apenas de cópias laser e poderia ser feito todo sem sair de casa, porém se desejar poupar o trabalho de fazer este sandwich de transparências imprimia em papel de boa qualidade e mande fazer cópias a laser em transparência e peça para carregar bastante no toner. Aqui na minha cidade ainda não consegui quem faça essas cópias laser com bastante toner e depois de jogar algum dinheiro fora com copiadoras que só querem economizar toner, acabei desistindo das cópias laser.

Preparo e sensibilização da placa:

Corte a placa pelo menos 1 cm maior que o layout já que a distribuição do sensibilizante nas bordas não fica muito regular .
Limpe bem toda a superfície da placa com a scotchbrite do lado verde ou esponja de aço, lave com detergente, após enxaguar não toque mais na superfície da placa e seque-a bem com o secador de cabelo.
Prepare a emulsão em um local com iluminação fraca e indireta, não é necessário ficar na escuridão e mesmo uma luminária de mesa com uma luz fraca e voltada para outro lado não afetará a emulsão.
Use 5 gotas de sensibilizante para cada 3ml de emulsão (meia tampa de garrafa pet). Eu utilizo um tubo plástico de remédio em gotas para dosar o sensibilizante, já que ele não vem em frasco com gotejador. Veja abaixo:

Obs: Os sensibilizantes são tóxicos e devem ser manuseados com cuidado.

Com cola tenaz use duas gotas de sensibilizante. Isso dá para uma placa de 15x15cm ou mais. Misture bem e devagar para não fazer muita bolha. Aplique a emulsão na placa com o pincel fazendo movimentos contínuos de um lado ao outro para não ficarem marcas de pinceladas no meio da placa. Vá distribuindo mais emulsão até que fique uma camada homogênea por toda superfície. A camada de sensibilizante deve ficar ligeiramente grossa para que fique mais resistente e não saia no momento da corrosão. É possível fazer a aplicação em duas camadas, aguardando a primeira secar e aplicando outra. Isso garante uma melhor distribuição do sensibilizante.


Ainda no ambiente escurecido seque bem a placa com o secador de cabelo no calor médio, cuidando para não aquecer demais, pois o sensibilizante é sensível ao calor e também pode levantar bolhas. O ideal é a secagem lenta em local sem iluminação e bem ventilado. Tenho usado o secador de cabelos para apressar o processo, mas isso pode acarretar alguns problemas já que o calor pode reduzir a ação do sensibilizante. A pressa é o grande inimigo deste processo.
Pegue o fotolito e coloque sobre a placa preparada com a tinta voltada para a placa.
 
Coloque a placa com o fotolito entre os dois vidros e use presilhas ou fita crepe para prendê-los firmemente sem obstruir a face do circuito.

Fotolito pronto para a foto-impressão:

Agora poderá acender a luz do local e proceder à foto-impressão:

Eu utilizava uma lâmpada halógena de 1000w do tipo usado em filmagens e expunha a placa por 1 minuto à distancia de 40 cm. No Sol forte do meio dia o tempo será de três minutos aproximadamente, porém o Sol varia conforme a condição atmosférica e o horário e aí só a experiência irá determinar o tempo correto, por isso gosto de usar luz artificial porque, além de funcionar a qualquer hora, terá sempre o mesmo tempo de exposição. Depois de exposta a placa pode ser retirada do vidro e o fotolito removido cuidadosamente. Tome cuidado para não expor a placa sem o fotolito à luz forte por muito tempo, pois a emulsão entre as trilhas ficará endurecida e não sairá na revelação.
Abaixo está a foto da mesa de luz que montei a partir de uma lâmpada halógena de 500w com refletor, do tipo usado em jardim e que custa de R$30,00 a R$35,00 e pode ser encontrada em lojas de material elétrico. A exposição com esta lâmpada é de 3 minutos a uma distância de 35 – 40 cm
Obs. Atualmente tenho usado apenas esta lâmpada de 500 W e recoloquei o vidro frontal que eu havia removido, pois o vidro ajuda a bloquear o calor emitido pela lâmpada favorecendo a correta impressão do fotolito na placa.
Revelação da placa:
Coloque a placa em uma vasilha com água, observe como a emulsão que não foi exposta vai embranquecendo:
faça movimentos suaves com o rolo de espuma mantendo a placa sempre molhada…
Vá verificando se existe resíduo de emulsão entre as trilhas e após a remoção de todos eles, a placa já pode ser enxaguada cuidadosamente com mais água limpa (evite colocar debaixo da torneira, pois o jato poderá remover trilhas)…
Seque muito bem a placa com o secador de cabelos e verifique em uma luz forte se está tudo certo. Pequenos reparos nas trilhas podem ser feitos com caneta de retro-projetor antes da corrosão. Uma dica que ajuda a endurecer a emulsão para que não saia na hora da corrosão é passar um algodão embebido em sensibilizante puro sobre as trilhas depois de reveladas e secas, depois enxágüe, exponha à luz forte e deixe secar bem antes de corroer.
Quando a foto-exposição da placa foi correta, a revelação em água ocorre rapidamente e a emulsão que não recebeu luz dissolve com bastante facilidade não levando mais que um minuto estar revelada e mais uns dois ou três para remover os resíduos mais difíceis. O uso de um rolo de espuma ao invés de esponja, para a lavagem na revelação ajuda a preservar as trilhas. Diferente da esponja que inevitavelmente produz muito atrito lateral, aumentando bastante a chance de descolar algumas delas, o rolo de espuma além de limpar bem os espaços entre trilhas, pressiona-as contra a placa reduzindo a chance de danificá-las.
Se a emulsão sair toda, inclusive as trilhas, é porque faltou exposição à luz e se não dissolver com facilidade é porque teve excesso de luz e ficou polimerizada (insolúvel). Neste caso limpe a placa e comece novamente.
‘A prática leva à perfeição’
Placa depois da corrosão:
Para proteção e acabamento eu costumo polir as trilhas com um pouco de massa de polir e uma flanela, depois limpo com álcool os resíduos do polimento, seco bem e aplico uma camada de verniz transparente (desses em spray). Uma fina camada de verniz protege contra a oxidação e não atrapalha a soldagem. Depois de seco o verniz proceda à perfuração.
Teste feito com a imagem de uma fotografia previamente convertida em preto e branco padrão litográfico ou estampa (somente preto e branco e sem meio tons), e corrosão parcial do cobre.

Medidor VU com Arduino

O medidor de VU é basicamente um medidor para o controle do sinal do som. Tentei achar o significado de VU na internet e nada, achei somente que vem de VI (Volume Indicator) 

Para este VU com Arduino Vamos precisar de:

1x Arduino Com 10 Saídas Digitas e 1 Analógica Disponiveis;
10x Leds(cores a sua escolha);
10x Resistores de 560Ω;
1x Cabo com entrada de audio e saida desemcapada(Um vai pro GND o outro pro Pino 0 do Arduino como veremos asseguir);


Circuito:




Pinos Digitais dos LED's(3 ao 12);
Pino de entrada de Som (0 Analógico);

Código Para Seu arduino:
int led[10] = { 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12}; // definindo pinagem dos LED's
int leftChannel = 0; //canal de entrada de som
int left, i;
void setup()
{
for (i = 0; i < 10; i++) //definindo as saídas digitais
pinMode(led[i], OUTPUT);
// Serial.begin(9600); //Iniciando comunicação Serial
}
void loop()
{
left = analogRead(leftChannel); // lendo o sinal do som
// Serial.println(left); // enviando para serial sinal do som
left = left / 50; // ajuste de sensibilidade
// Serial.println(left); // mostrar sinal modificado na serial
// left = 1500; //pulso para testar leds
// left = 0;
if (left == 0) //se volume = 0 todos LED's estão Off.
{
for(i = 0; i < 10; i++)
{
digitalWrite(led[i], LOW);
}
}
else
{
for (i = 0; i < left; i++) // ligando os led's com dependência do volume
{
digitalWrite(led[i], HIGH);
}
for(i = i; i < 10; i++) // desligando os leds após o volume abaixar
{
digitalWrite(led[i], LOW);
    }
  }
}

Conversor BCD Sem CI (Ser #Foda é Outra coisa)

Conversor de números binários para hexadecimais utilizando apenas Diodos e Transistores.
Em vez de usar um CI 9368, o cara optou por desenvolver este circuito usando portas lógicas, baseado apenas em elementos básicos da eletrônica, tais como diodos, transistores e resistores.
Este sim, na minha terra chamado de "Guapo", para o resto do brasil só Fodão mesmo.
Desculpe o palavreado curto e grosso,(mais grosso) mas é que pra quem sabe o que este cara fez é extremamente difícil, e MUITO trabalhoso....

Ta aí a VideoProva comprovando A FAÇÃNHA!


[Video Aula] Protoboard/ATMega88/ etc...

Tutorial de grande ajuda para iniciantes em Eletrônica, mas que precisam "Pular" direto para a digital, implementando ai a configuração de um circuito de ligação do ATMega 88...
O circuito consiste em um microcontrolador Atmel ATmega88 que faz um LED piscar. O Famoso "Hello World".
Você pode gravar o bootloader do arduino nesse exemplo e usá-lo como um arudino...



Parte 2

Violão/Guitarra Wireless

Este circuito possibilita a transmissão do som de uma guitarra ou violão, com captador magnético de baixa impedância, para um receptor de FM. A bobina L1 é formada por 3 ou 4 espiras de fio comum comum auto-sustentada com 1 cm de diâmetro e igual comprimento. CV é um trimer comum para o ajuste da freqüência de operação. A antena deve ter 15 cm de comprimento para maior estabilidade. O alcance é da ordem de 15 metros.

Jogo Eletrônico extremamente Simples

Quem é o mais rápido? O que apertar primeiro o interruptor (S1 ou S2) faz com que o LED correspondente acenda. Para rearmar, desligue a fonte. O brilho dos LEDs depende de R1 e R2, que não devem ser menores que 100 ohms.
Portas NAND.
Circuito integrado TTL SN7400N (C.F.:1105937)