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Mostrando postagens com marcador Hacker. Mostrar todas as postagens
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@LulzSecBrazil - Apoio e Divulgação






Desculpem a demora para atualizações do site mas estou envolvido em outros projetos...
Venho através do blog divulgar uma idéia que apóio...


O LulzSec, um dos grupos de hackers que invadiu sites da Sony e de outros serviços nos últimos meses, aparentemente tem o que pode ser chamado de “filial” no Brasil e já atacou sites governamentais brasileiros.
No início da madrugada desta quarta-feira (22), o Twitter @LulzSecBrazil anunciou que os "alvos" brasil.gov.br e presidencia.gov.br estavam “abaixo”. As páginas ficaram efetivamente fora do ar por alguns minutos. O grupo internacional respondeu o feito: “Nossa unidade brasileira está fazendo progresso. Bem feito, irmãos @LulzSecBrazil !”.
Por meio de uma nota oficial, a Secretaria de Imprensa da Presidência da República informou nesta quarta-feira que o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) "bloqueou todas as ação dos hackers, o que levou ao congestionamento das redes, deixando os sites indisponíveis durante cerca de uma hora" e que "os dados e informações destes sites estão absolutamente preservados".

Site da Petrobrás também foi derrubado

Por volta das 13h horas desta quarta-feira (22), o twitter do LulzSecBrazil anunciou que a página da Petrobras havia sido derrubada. Até o momento desta atualização, o site não estava acessível.
"Acorda Brasil! Nao queremos mais comprar combustivel a R$2.75 a R$2.98 e expotar a menos da metade do preco! ACORDA DILMA!", dizia a postagem seguinte (a reprodução mantém os erros de português da mensagem).
 
Anúncio que a página da Petrobras foi derrubada. (Fonte da imagem: Twitter LulzSecBrazil)

Ataques anunciados

A primeira postagem do @LulzSecBrazil data de 18 de junho. Na segunda postagem, a ameaça: “Se conseguirmos 1.000 followers até amanhã, iremos invadir o www.brasil.gov.br”. O número não foi conseguido em um dia, mas a ameaça foi mantida. Uma postagem do dia 19 de junho afirmava que “de acordo com análises feitas recentemente, o site do governo não é tão fraco quanto eu achava. Mas a investida continua...”.
O LulzSecBrazil utiliza o IRC para comunicação e, de acordo com um tweet, atualmente o grupo conta com membros de diversos estados do Brasil. Em poucos dias de atividade, o perfil do Twitter afirmou que a causa do grupo “é apenas derrubar sites ligados ao governo” e apontou que muitos desses sites têm falhas grandes de segurança.

O grupo também tem uma página com domínio brasileiro (lulzsecurity.com.br). No entando, a página está suspensa pelo serviço de hospedagem. Uma das postagens é um vídeo intitulado “Mensagem ao povo brasileiro”, onde, entre outras passagens, o grupo afirma que “a posição do Anonymous é a de que, quando há um conflito de interesses entre o governo e as pessoas, é a vontade do povo que deve prevalecer.
A única ameaça que a transparência oferece aos governos é a ameaça da capacidade de os governos agirem de uma forma que as pessoas discordariam, sem ter que arcar com as consequências democráticas e a responsabilização por tal comportamento.”.

Vocês podem apoiar também, divulgando #AcordaBrasil, seguindo @LulzSecBrazil pois querem derrubar a globo também! ...


Aguardem!

Minha mãe acha que sou hacker terrorista! háhá

Dias atrás, escutei minha mãe conversando com uma amiga pelo telefone. Não costumo ouvir as conversas alheias, mas é difícil deixar de prestar atenção quando ouvimos o nosso nome, não é mesmo? Nessa conversa, ela disse a seguinte frase: “Acho que meu filho está envolvido com alguma coisa ruim! Acho que ele é hacker!”. Fiquei assustado com a afirmação.
Passei algumas horas pensando em como falar com minha mãe sobre o assunto. Tomei coragem e perguntei: “Mãe, por que você disse para a dona Glorinha que eu sou hacker?”. Era melhor não ter perguntado, porque fui atingido por uma enorme quantidade de golpes ao meu conhecimento tecnológico.
Vou perdoá-la porque sei que são outros tempos, mas confesso que na hora fiquei um pouco ofendido. Mas vou direto ao assunto. Decidi compartilhar aqui no Tecmundo a minha experiência. Aposto que muita gente vai se identificar comigo.

Meu filho não usa a internet comum

Todo mundo, pelo menos neste planeta, usa a mesma internet. Independente do tipo de conexão que você tenha, a rede que você acessa é a mesma rede que eu acesso. Mas para minha mãe, isso não é verdade. Ela e as amigas dela se conectam em vários sites e até participam de alguns serviços que são considerados menos iniciantes, como salas de bate-papo e o Orkut.
Para ela, minha internet é assim
Por isso eu me perguntei: “Mas como você pode dizer que a internet que você usa não é a mesma que eu uso, mãe?”. A resposta dela foi muito direta e me calou por alguns minutos. Naquele instante, eu fui tomado pela depressão. Jamais havia imaginado que esse dia chegaria, mas ele chegou. “Ah, filho! Você não usa a Internet, olha! Você usa esse colorido aí!”. Pois é, amigos. Ela estava se referindo ao Google Chrome.

Meu filho sabe invadir Orkut

Não é raro minha mãe falar para mim algo parecido com: “Filho, a Dona Sônia está desconfiada do marido dela. Eu prometi que você vai invadir o Orkut dele para descobrir tudo sobre aquele cachorro!”. Adianta explicar para ela que eu não sou um hacker? Acertou quem disse que não.
Mas a parte chata não é tentar descobrir a senha do pobre homem (que geralmente tem a ver com a data de nascimento ou com o time de futebol do coração). O pior mesmo é fazer isso com cinco mulheres berrando no seu ouvido e pressionando a decifração do código. Ai de nós, mortais, quando não conseguimos.
Há também aquelas vezes em que tentamos de tudo e nada dá certo. Quando isso acontece, minha mãe me olha com um olhar mortal de decepção e vergonha. Admito: mais decepção e vergonha tive eu, quando a vizinha adivinhou a senha do sujeito combinando o nome dos filhos deles.

Meu filho fala com estranhos

Na década passada, surgiu um novo elemento na internet mundial: as redes sociais. Com elas, tornou-se possível conversar com pessoas do mundo inteiro, compartilhar materiais sobre interesses em comum e muito mais. Mas se esqueceram de avisar a minha mãe.
É rede social!
Agora, cada vez que ela me vê no Facebook, conversando com um amigo da Ucrânia, ela acha que eu estou falando com gente má. “Filho, lembra-se de quando você era pequeno? Eu sempre dizia para você não falar com estranhos! Isso ainda vale, eles só querem roubar seus órgãos!” Só me resta dizer: “Mãe, nós estamos falando sobre música, não sobre encontros em banheiras de gelo!”.

Meu filho faz contrabando

Quase todos os meses chega alguma encomenda para mim. Isso nunca incomodou ninguém lá em casa. Pelo menos era o que eu pensava, até o dia em que meu pai veio me perguntar se eu sabia que contrabando é crime. Afinal de contas, por que eu estaria recebendo pacotes de Hong Kong, Inglaterra, Estados Unidos e Alemanha?
Eu sempre compro muitos itens pela internet, e vários deles não podem ser encontrados no Brasil (principalmente alguns discos de vinil). Por isso, encomendo de outros países. O problema é que, para meus pais, importar qualquer produto pela internet significa que estou cometendo um crime.

Meu filho sabe arrumar computador

Mãe, pai, irmão menor, avô, tia, vizinhos ou parentes distantes. Se qualquer uma dessas pessoas está com o computador estragado, minha mãe diz: “Meu filho arruma para você!”. Às vezes, parece que “Meu filho sabe arrumar computador!” é o “Meu filho faz Direito” do século XXI, de tanto orgulho que ela tem de dizer isso.
Antes ela consultasse a minha agenda para saber se eu tenho tempo para fazer isso, mas não. Mãe é mãe. Lá vou eu com uma completíssima caixa de ferramentas (uma chave de fenda e uma borracha, apenas) e todo o meu conhecimento em limpar os pentes de memória da máquina para fazer com que ela volte a funcionar.
Me deixem em paz, por favor!
Nunca reclamo de ter de ajudar, mas o que me incomoda, e muito, é o fato de as pessoas esquecerem que eu tenho uma vida. E as partidas de Counter Strike? Onde ficam? Deixando isso de lado, há mais um pequeno fator que me deixa danado: pessoas bisbilhotando no meu trabalho.
Estou lá, fazendo o favor de arrumar tudo, sem cobrar nada. Tudo o que eu peço em troca é paz para realizar as tarefas, em vez de todos os moradores da casa ficarem atrás de mim para ver cada passo. Sem contar os pedidos: “Olha, cuidado para não apagar os joguinhos do Júnior” e “Você pode aproveitar e escanear essas fotos para mim?”. Gente, vida de nerd não é fácil!

Meu filho faz sites

Há alguns meses eu fiz um curso de HTML e CSS para iniciantes. Somei o que aprendi nas aulas ao conhecimento que obtive em tutoriais na internet e comecei a fazer alguns trabalhos para ganhar um dinheiro extra. Logicamente estou longe de ser um web designer profissional, mas já consigo fazer algumas páginas bonitas.
Webdesigner da quadra
O problema é que meu pai está oferecendo meus serviços para todos os amigos dele. Não, na verdade esse não é o problema. O problema mesmo é que eu fiz um site para a loja de tintas do vizinho, um para o escritório de advocacia do outro e só ganhei 50 reais. Pois é, ele pensa que fazer site é brincadeira.

Minha mãe precisa de um curso

Para quem leu esse texto até o final, muito obrigado. Fico muito melhor, só por poder dividir minha história com vocês. Agora que estou mais calmo vou conversar com ela para explicar a verdade sobre o que faço no computador. Vou aproveitar e indicar o Baixaki e o Tecmundo para que ela esteja sempre por dentro dos assuntos de tecnologia.
Você já teve de arrumar o computador da sua tia? Ou sua mãe achou que você era de outro mundo por saber usar atalhos do teclado? Aproveite a seção de comentários para dizer se você já passou por alguma das situações que descrevemos.
Atenção: este artigo faz parte do quadro "Erro 404", publicado semanalmente às sextas-feiras no Baixaki e Tecmundo com o objetivo de trazer um texto divertido aos leitores do site.

Créditos Baixaki: http://www.tecmundo.com.br/9958-erro-404-minha-mae-acha-que-eu-sou-hacker.htm#ixzz1Lc88orY1

Jailbreak!

Muita gente ainda confunde quando se fala de jailbreak do iPhone. Alguns têm medo, outros preconceito. Mas o fato é que ele é uma maneira de melhorarmos ainda mais um celular que já é fantástico, livrando ele das limitações impostas de fábrica.
Jailbreak é liberar o seu iPhone de todas as limitações
Por que fazer o jailbreak? Ele é contra a lei? Ele pode estragar meu telefone? Eu perco a garantia?
É justamente sobre isso que discutiremos neste artigo.
Primeiro de tudo vamos à definição:

O que é jailbreak?

A palavra “jailbreak”, em uma tradução livre, poderia ser definido como “sair da prisão”. É o processo que libera o iPhone (e iPod touch) dos limites impostos pela Apple, permitindo que você instale programas não-oficiais e habilite funções bloqueadas no aparelho.
Ele é feito graças à programas desenvolvidos por comunidades de hackers, que têm como ideologia a liberdade que cada um tem de fazer o que quiser com uma propriedade sua.

iPhone Dev-Team

O Dev-Team é o grupo mais conhecido no momento, por ter sido o único a apresentar um método gratuito de jailbreak (e desbloqueio) para o firmware 2. Eles não aceitam doações e são contra a pirataria, procurando sempre desenvolver hackings que não transgridam a lei, tomando o cuidado de não alterar nenhum código que seja de propriedade intelectual da Apple. É por isso que eles desenvolvem a ferramenta para os firmwares customizados, mas não distribuem os arquivos prontos, pois isso seria ilegal. Você mudar um firmware para uso próprio pode, mas não tem o direito de distribuí-lo a ninguém.
É como você comprar uma música e alterá-la. Você pode, pois é sua, mas se distribuí-la, irá ferir os direitos autorais do autor. O raciocínio é o mesmo.

iPhone Classic

No começo, quando o iPhone era vendido somente nos Estados Unidos, o jailbreak era a única maneira de moradores de outros países usarem o celular, que vinha bloqueado com a AT&T. Milhares de pessoas no mundo fizeram isso, inclusive ministros europeus.
Ainda hoje, quem tem um iPhone Classic (aquele com a traseira prateada e preta) precisa obrigatoriamente fazer o jailbreak para poder usá-lo, pois ele continua preso com o chip da operadora original. Ele passou a ser vendido em alguns países da Europa, mas o único país que desbloqueava oficialmente os antigos modelos era a França (após 6 meses da compra), devido à sua legislação.

Cydia e Installer

No começo, o iPhone vinha com somente 16 aplicativos básicos (e o iPod touch com 12). E só.
Nada de aplicativos de terceiros, a única coisa que você podia fazer era acessar páginas internet no formato iPhone, que a Apple chamou de “Webapps”. Ela tentou incentivar os “aplicativos web” entre os desenvolvedores, mas isso foi um banho de água fria na maioria que pensava que poderia usar o máximo do sistema Unix instalado no aparelho.
Foi esse o grande incentivo inicial ao jailbreak, liberar aquele dispositivo cheio de capacidades, mas que vinha ultralimitado de fábrica. E com ele nasceu o Installer, que instalava direto no celular aplicativos feito por terceiros. Era o início da revolução.

GeoHot

Impossível falar do jailbreak sem citar o nome de George Hotz, o hacker de 17 anos que foi o primeiro no mundo a desbloquear o iPhone, pouco mais de um mês após seu lançamento. Mas na época o processo era físico: você tinha que abrir seu aparelho e tentar soldar um ponto minúsculo. Se errasse
O GeoHot também ajudou a encontrar várias outras falhas, que permitiram os desbloqueios futuros (inclusive o yellowsn0w).

Para que fazer o jailbreak?

Liberar seu aparelho é mais uma opção do que uma necessidade. Nos dias de hoje você pode muito bem viver sem o jailbreak e se conseguir, ótimo, pois estará evitando muita dor de cabeça com atualizações de firmwares e reinstalação de aplicativos cada vez que restaura. Mas deve saber também que não poderá fazer muita coisa além dos limites impostos pela Apple.
O jailbreak pode habilitar várias funções no aparelho, como MMS, gravação de filmes, multitasking (mais de um aplicativo rodando ao mesmo tempo), copiar/colar, usar o celular como modem internet, instalação de temas e fundos de telas, entre outros. Até o uso ilimitado do bluetooth é uma promessa iminente. Várias coisas que outros celulares permitem e o iPhone não.
É crime querer usar toda a capacidade de um aparelho que comprou?

O jailbreak anula a garantia?

Sim, anula, mas é totalmente reversível, porque ele não altera nada definitivamente no seu aparelho. Basta fazer a restauração normal pelo iTunes e você terá seu sistema original de fábrica. Só não pode levar para a assistência com o jailbreak, porque a Apple não permite.

Por que a Apple não permite o jailbreak?

Por uma questão lógica. A Apple proíbe qualquer alteração no sistema do iPhone porque instalar coisas que a empresa desconhece pode fazer um belo estrago no aparelho. Ela não pode achar que todos os hackers agem de boa fé e por isso não se responsabiliza pelas alterações feitas. É como quando você compra um computador: o manual diz que, se você abrí-lo, perde a garantia, porque a fabricante não sabe o que foi feito nele sem a permissão oficial. A mesma coisa com o iPhone, se você abrí-lo ou mexer no sistema operacional, ela não se responsabiliza mais. Nada mais lógico.

Preocupado com isso, o Dev-Team desenvolveu um processo confiável que não altera nada definitivamente no iPhone. Se o aparelho estragar, não será culpa do jailbreak e é por isso que basta restaurar o firmware para que a garantia valha outra vez.

Já ouvi dizerem que isso é querer enganar a assistência técnica oficial, mas a realidade é bem outra: se ele não estragou por causa do jailbreak, não é justo a garantia perder a validade.

É como você desinstalar um aplicativo antes de levar para a assistência.
Claro que estamos falando de jailbreak confiável. Se você um dia liberar seu aparelho em um site estranho com um método diferente do Dev-Team, ele pode usar métodos que estraguem seu aparelho e aí a garantia, com razão, fica inválida. Mas basta estar ligado aqui no Blog que informaremos sempre o método mais seguro.

Jailbreak não é sinônimo de pirataria

Muitos associam o desbloqueio ao uso de aplicativos crackeados, mas nem sempre isso é verdade.
Um dos motivos da Apple querer impedir o jailbreak é justamente o fato dele possibilitar usos pouco ortodoxos do aparelho, como a possibilidade de instalar aplicativos piratas. Isso sim é ilegal, pois é um roubo de propriedade intelectual. A comunidade de hackers responsável pelo desbloqueio do iPhone é contra este tipo de prática, por ser uma falta de respeito ao trabalho de pequenos e médios desenvolvedores, além de ser contra a lei.

Achar que todo o jailbreak é ilegal só por causa da pirataria é um erro.


O desbloqueio do aparelho

Este parece ser um ponto polêmico entre nossos leitores.
O desbloqueio é outra função que o jailbreak permite, possibilitando o uso do chip de uma operadora diferente daquela que vendeu o aparelho. Este é um recurso desnecessário no Brasil, visto que as operadoras nacionais desbloqueiam oficialmente o iPhone (comprado com elas), bastando um simples pedido do cliente. 
Mas em muitos países o aparelho vem bloqueado, dependendo do acordo que a Apple fez em cada país. Nesses casos, o cliente fica com o celular preso, não podendo usá-lo em viagens, por exemplo. Muitos brasileiros que moram no exterior sofrem com isso.

Também tem o caso dos proprietários do primeiro modelo de iPhone, que necessitam do desbloqueio para poder usar o aparelho no Brasil. A própria Apple já não se preocupa mais com isso, pois não está mais atualizando a baseband dos Classics.